#EUAVISEI

Publicado no Facebook no apagar de 2018

Nenhuma ilusão ao que estar por vir. O governo Bolsonaro será autoritário. Não sobreviverá se não for assim.

Para não esquecer: O mesmo foi eleito em segundo turno, pela maioria dos que foram votar, numa abstenção histórica. Muito embora Haddad tenha vencido na maioria dos municípios brasileiros. Inverídico dizer que a maioria do povo ou dos eleitores o elegeram. Verdade é que Bolsonaro tentou esconder de todas as formas o escândalo Queiroz desde fevereiro de 2018. Verdade é que o TSE e WhatsApp foram coniventes com empresas e campanhas e, também, incompetentes no controle de crimes eleitorais cibernéticos, com impacto direto nos resultados. Whatsapp virou uma espécie de instrumento de pesquisa e de boca-de-urna, passivo-impositiva de falsa-moral, emburricando as pessoas. Verdade é que Lula é preso político, pelo simples motivo que sua frágil condenação se deu num processo de exceção, atropelado e fraudulento para coincidir com o calendário eleitoral. Lula era pra ter sido o candidato pois era da vontade popular. E o povo ainda o quer, livre, desenvolvendo a oposição.

Características do governo da chapa Bolsonaro-Mourão. Fórmula do Fascismo + Nazismo/tupiniquim= Bolsonarismo. Bolsonarismo é parecido com Pinochet, Hitler e o fascismo da “revolução” de 30 no Brasil e da ditadura de 64. Paralelo atual com o fascismo na Hungria, Polônia, Israel e na Turquia. O velho tripé de regimes autoritários: Nação, Deus e Família. Populismo-nacionalismo. Defesa dos interesses dos ricos, do Capital, dos privilegiados. A república e a democracia estão ameaçadas, nessa ordem. Instituições estão ameaçadas. Democracia continua a ser apenas um teatro das elites, com personagens manipulados e regras de ocasião. O inimigo é o marxismo e o comunismo, regime que o PT em 13 anos não fez, nem Marx imaginou acontecer em uma sociedade não fortemente industrializada. Vale lembrar também que a criação do PT pôs fim à luta popular armada e defendeu a democracia e o república como nenhum outro partido fez.

Da montagem do Ministério: De um lado, armado para o golpe militar, com generais reservistas treinados no neoliberalismo. Mais generais nos ministérios do que na ditadura militar de 64 e mais do que na atual Venezuela. Em outra face a turma da cortina da fumaça: Saúde, Educação, Meio Ambiente, Direitos Humanos, Relações Exteriores. A turma da nota de 3 reais: a família Bolsonaro, Moro e Lorenzoni. Na faceta das raposas no galinheiro: Paulo Guedes e Salim Matar da Localiza. Sabem o que querem. Por fim as subtrações: fim do ministério do trabalho e do esporte.

Do desenvolvimento do governo. O toma lá da cá permanece, com mais chantagem. Crise com municípios e governadores. A agenda Chicago Boys vai fazer só a bolsa lucrar, o bolo crescido nunca será repartido e distribuído ou a taça nunca transbordará, como sempre aumenta de tamanho. Propositalmente mal repartido por grupos dominantes que a pretexto de se fazer justiça, vão mal corrigindo a repartição e sumindo com as “sobras”, até não sobrar mais nada para quem não é do grupo, ou seja, o povo. Bolsonarismo fará do Brasil um Porto Rico. Repetirá uma série de cortes nas aposentadorias, na saúde, na educação e no fim das desonerações, todas impostas pelos EUA que levou o país caribenho a uma crise sem precedentes, com uma população que chegou a 45% na extrema pobreza. Várias serão as crises diplomáticas, com danos econômicos sérios. Alinhamento com os terroristas americanos e israelenses, e com indústria armamentista dos lobbies de Trump e Bibi. Isolado do Mercosul, União Européia, RICS. Isolado da ONU pelas questões dos D.H., pacto da migração e mudanças climáticas. China pode esfolar o Brasil. Guerra contra Venezuela só no blefe. Vai ameaçar a fazer guerra apenas para prender os que negarem a ir, principalmente os não bolsonaristas. Intensa busca por culpados, os “doutrinadores”, os “xiitas”, os que “não produzem”. Perseguição às pessoas nos municípios, Listas entregues por prefeitos, Ataques a professores, jornalistas, ambientalistas, religiosos não evangélicos, estudantes, povos tradicionais. Ataques a servidores públicos. Ataques a movimentos sociais, classificados por Moro como terroristas. MST, MTST, que tenderão a aumentar com a crise habitacional e o endividamento das famílias Menos Estado para o povo, melhor para as Milícias, tráfico e contrabando. 800.000 trabalham para o crime no Rio, imagina no país. Ressurgirão os esquadrões da morte, o antigo CCC. Promessa que será entregue: 30 mil mortes a mais. Mais rebeliões nos presídios, pois querem amontoar presos e que se matem. Lula corre sério risco de vida, se morrer na prisão não haverá velório, Temer denunciado n vezes será embaixador, para não ser preso, pois se gabaritou junto ao bolsonarismo por autorizar a extradição de Battist. Os ministros da cortina de fumaça distrairão os debates com polêmicas, E permanecerá o nível pós golpe de 2016, 60 milhões de endividados, inadimplentes. 60 milhões de pessoas que não conseguem contribuir para a previdência.

O parlamento e o STF Cenário futuro de poderes não mais independentes. Sitiados pelo Exército e por Moro. Observações das forças armadas e da presidência da república comentadas em rede social e recados divulgados por jornalistas colunistas, tornarão o STF refém, sitiado, acorvadado, já está. Brigas entre os parlamentares aumentarão. Por que não esperar assassinatos entre políticos? Curiosamente, até hoje, único caso do crime cometido no plenário do senado, em dezembro de 63, pelo pai de Fernando Collor ao seu opositor “comunista” de Alagoas, o que precedeu o golpe militar em 64.

O golpe militar Bolsonaro não tem consenso no Exército, mas forte viés. Parte sabe dos planos escusos de Moro. E dos planos escancarados de Guedes, ambos antinacionalistas. Cenário de colapso para as prefeituras nos próximos dois anos. Os resultados econômicos de Guedes não atingirão resultados a contento no poder executivo dos Estados e Municípios. Guedes resistirá só até o ano das eleições municipais. Até lá venderá no máximo 300 bilhões, vai seqüestrar o FGTS do povo, vai quebrar a Petrobrás, o petróleo será roubado do país e isso será comprovado. Guedes e Bolsonaro sofrerão pelo fundamentalismo atrapalhado de Ernesto, agravado pela retração da economia mundial. O isolamento-submisso-americano (efeito Porto Rico) provocará um desastre na economia brasileira. Dólar mais alto, juros mais altos. Desastre na saúde pública limitada ao teto de gastos, porém alguns gastos importantes são fixados em dólar, como diversos materiais hospitalares. Mourão recebe o poder, em teatro heróico de Bolsonaro passando vexame como sendo ato para evolução do país, contra a volta do comunismo, com o sentimento cumprido de ter feito o que fez pelo país. Chuto ser no ano das eleições municipais. Mourão assume para garantir a ordem social de uma sociedade mais desigual, revoltada porque saberá que pagou o pato. Assumirá por um sentimento mais nacionalista-desenvolvimentista, para fortalecer a Petrobrás, para inaugurar Angra III, para voltar a fortalecer a política externa, recuperar a saúde pública. Até Ciro vai embarcar nessa. Vai fechar o congresso, o MP e fará uma nova constituinte com seus notáveis. Sem eleições presidenciais em 2022 se Mourão assumir em 2020. Moro e Guedes vão voar para os EUA, onde a cama já está pronta. Não será o fim do Bolsonarismo, pelo contrário. Com a saída precoce no ínicio ou no meio do mandato, os filhos de Bolsonaro poderão concorrer às prefeituras municipais, sobretudo Rio e São Paulo, o que com o pai na presidência não poderiam.

E, assim, muito retrocesso e confusão a esperar para os próximos anos, infelizmente.

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ARTHUR               VALENTE

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